Candidatos para Eleições 2018 da ISOC.BR

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NOME:

Carlos Alberto Afonso

CARGO PRETENDIDO

Diretor sem Designação Específica

CURRÍCULO

Carlos Alberto Afonso
Casado, um filho
Nascimento: 7-4-45, Presidente Prudente SP

Estudou engenharia naval na Escola Politécnica da USP. É Mestre em
Economia pela York University, Toronto, Canadá, onde cursou o doutorado
em Pensamento Social e Político.

Trabalha no campo do desenvolvimento humano desde a década de 70
(inicialmente como consultor da Oficina de Planificação Nacional do
governo Allende no Chile e posteriormente para agências de
desenvolvimento internacional do Canadá e outros países). Atuou como
consultor do PNUD, IDRC/CIID, Fundação Kellogg e outras organizações
internacionais, sobre temas relacionados a TICs e desenvolvimento
humano, no Brasil, Nicaragua, Colômbia, Honduras, Moçambique, Angola e
Camboja.

Cofundador, com Betinho, do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e
Econômicas (Ibase), em 1981, no Rio de Janeiro. Durante este período,
concebeu e geriu o projeto Alternex, o primeiro sistema de informação e
comunicação baseado em computador da América Latina dedicado a servir as
organizações da sociedade civil. Iniciado em 1987 e inaugurado
oficialmente como um serviço Internet em julho de 1989, foi também o
primeiro provedor de serviços Internet no Brasil.

Cofundador da Associação para o Progresso das Comunicações (APC), como
representante do Ibase (maio de 1990). APC é um consórcio internacional
de organizações que compartem objetivos similares na democratização da
informação e comunicação através de redes de computadores a nivel
mundial, hoje organização-membro do ECOSOC/ONU.

Propôs e coordenou o ISP/Rio da Eco '92 - 1991-1992 -, primeiro projeto
Internet especificamente desenvolvido para uma conferência mundial da
ONU. Objetivo: oferecer comunicação e informação via Internet para que
organizações que não poderiam vir ao Rio pudessem acompanhar os eventos
e discussões via rede. O projeto operou com sucesso telecentros em todos
os espaços da conferência e contribuiu decisivamente para a ativação dos
primeiros enlaces permanente do Brasil com a Internet.

Participou da elaboração e defesa da proposta de criação de um sistema
nacional de governança para a nascente Internet no país, tendo sido
escolhido como representante dos provedores de acesso no Comitê Gestor
da Internet no Brasil (CGI.br), desde sua criação em 1995 até 1997. De
1997 a 1998 foi presidente do Comitê Executivo da APC.

Em 1998, como consultor do IDRC/CIID (Canadá), produziu uma avaliação do
impacto social e técnico de seis provedores Internet do Programa
PAN-Asia (Bangladesh, Camboja, Laos, Mongólia, Sri Lanka e Vietnã) que
foram estabelecidos com apoio direto do IDRC/CIID. Em 1999, como
consultor do PNUD, fez uma avaliação da Rede Nacional de Ensino e
Pesquisa (RNP), como parte de um programa de avaliação de projetos
PNUD/CNPq.

De 1998 a março de 2009 foi colaborador da Rede de Informações para o
Terceiro Setor (Rits), OSCIP apoiada por Ruth Cardoso dedicada à
formulação e debate de políticas públicas relativas à alavancagem das
TICs para o desenvolvimento humano, bem como ações locais de inclusão
digital no país.

Foi membro interino do CGI.br em 2003 e 2004. Eleito em julho de 2004
como um dos conselheiros titulares representando as entidades civis sem
fins de lucro, por um mandato de três anos, tendo sido reeleito em 2007,
2010 e 2013. Foi membro do Conselho Administrativo do NIC.br, sociedade
civil sem fins de lucro vinculada ao CGI.br encarregada de administrar o
sistema de nomes de domínio e números IP do Brasil. De 2003 a 2005 foi
membro do Conselho da GNSO/ICANN, representando a Assembléia de Usuários
Não Comerciais (NCUC), da qual foi presidente de 2005 a 2007.

De 2004 a 2005 foi membro do GT da ONU sobre Governança da Internet
(WGIG). Ente 2007 e 2008 foi consultor especial do grupo organizador do
Fórum de Governança da Internet da ONU (IGF). Foi consultor especial do
copresidente brasileiro do IGF (2007) e consultor especial do IGF,
2008-2009. Atualmente é membro do Grupo de Trabalho sobre Cooperação
Aprimorada da ONU (WGEC). De novembro de 2010 a março de 2012 foi membro
do Conselho de Administração da Telebras.

É diretor-executivo do Instituto Nupef (https://nupef.org.br), centro de
pesquisa com atuação em políticas públicas e formação, com foco em
alavancagem das TICs para o desenvolvimento humano sustentável. Foi
cofundador e é o atual presidente (até dezembro de 2017) do capítulo
brasileiro da Internet Society.

Em janeiro de 1996 recebeu o Namur Award, concedido pela International
Federation of Information Processing (IFIP) a ele e à comunidade de
participantes do projeto AlterNex do Ibase. Em outubro de 2008 foi
escolhido como Personalidade do Ano pela revista ARede
(http://www.arede.inf.br). Em agosto de 2010 recebeu o prêmio Trajetória
do LACNIC. Em 2015 recebeu o Prêmio Betinho da APC. Em 2017 recebeu
diploma da RNP como um dos construtores da Internet.

É autor de livros, artigos e estudos sobre temas sociais e políticos e
sobre o desenvolvimento e governança da Internet, publicados em
português, inglês, francês e espanhol.

Idiomas: fluente para conversação e escrita em português, espanhol e inglês.

MOTIVAÇÃO

Participo dos esforços de criação do capítulo brasileiro da Internet
Society (ISOC-BR) desde o final da década de 90, quando tentamos criar a
entidade sem muito sucesso entre 1997 e 1999. O esforço foi retomado em
2006 e finalmente conseguimos registrar e fazer andar a entidade com o
devido aval da Internet Society e o apoio de infraestrutura e logística
imprescindível do NIC.br.

Pese a crônica escassez de recursos, o capítulo tem atuado em fóruns
nacionais e internacionais e ultimamente tem realizado iniciativas de
impacto (como a Cyberteens, que mereceu apoio e elogios da Internet
Society), sendo o maior capítulo em número de membros na América Latina.
Tem também marcado presença com posicionamentos em questões fundamentais
para o desenvolvimentod da Internet livre e aberta no Brasil.

É preciso dinamizar a busca de patrocínios e sobretudo a maior
participação dos membros na sustentação da entidade. Sigo disposto a
colaborar voluntariamente para o esforço de manter e aprimorar o
trabalho da entidade, de acordo com alguns tópicos de atuação que me
parecem cruciais:

- seguir defendendo o Marco Civil da Internet, tal como sancionado em
abril de 2014, bem como seu decreto regulamentador de maio de 2016;

- pautar-se pelos 10 Princípios de Governança e Uso da Internet,
aprovados por consenso pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)
em 2009;

- estimular o maior envolvimento dos membros, através de ações concretas
que motivem maior participação;

- priorizar o esforço de busca de patrocínios e apoios para aprimorar
suas atividades;

- a iniciativa Cyberteens no Chapterton 2017 mostrou que temos uma
grande oportunidade de atuação com jovens, em um processo de
desenvolvimento de capacidades para a defesa dos princípios já
mencionados e para o avanço da Internet livre e aberta no país.

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